Numa época particularmente difícil e em que muitos optam por desistir perante indiscutíveis dificuldades, outros há que tentam escapar ao determinismo fatalista das crises inventadas para que tudo continue na mesma, porque dizem que sempre assim foi e sempre assim será.
Nestas alturas de crise parida nos calendários dos interesses de quem necessita de separar o humano e o humanismo da organização e da economia, torna-se claro que cada vez menos interessa a ideia de que as organizações são as pessoas e que o factor humano tem de estar no centro da cultura organizacional sob pena de estarmos a criar organizações que querem obter sucesso para elas mesmas e não para satisfazer as necesidades fundamentais das pessoas que a consubstanciam. Porque a visão de gestão que reina hoje é a visão que transforma o factor humano em mera carne que pode a qualquer momento e por qualquer motivo ser trasladada.
Quero acreditar que, não desistir, é querer transformar a realidade. Tal como alguém disse não basta analisar, há que transformar.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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