Sobre o despedimento colectivo na Controlinveste, sabe-se agora que, da alegada negociação apenas quatro dos cento e vinte três trabalhadores serão salvos do processo.
É caso para dizer que, este caso parece ser mais um típico exemplo de empresa que corta na carne e não na gordura. Querendo com isto dizer que, com o alibi da crise, se mexe nos soldados mantendo-se os generais.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
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